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Mostrando postagens com o rótulo Notas Públicas

Nota de Repúdio - BASTA!!! NOSSO REPÚDIO A TANTAS MORTES DE PESSOAS NEGRAS E POBRES!!!

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  BARBÁRIE!!! Nesta quarta-feira, 25/05, um homicídio aconteceu em Umbaúba, estado de Sergipe. Genival de Jesus Santos de 38 anos, homem negro, esquizofrênico, foi torturado e morto em uma câmara de gás que foi improvisada na viatura policial por dois agentes da Polícia Rodoviária Federal. Os policiais agiram de forma truculenta durante uma abordagem policial. Durante o procedimento, apesar do sobrinho de Genival ter avisado aos policiais que ele tinha transtornos mentais e ter encontrado a cartela de remédio que Genival carregava no bolso, a ação dos agentes de segurança pública foi de forma truculenta, derrubando Genival no chão e depois jogando-o dentro do porta-malas da viatura para que morresse asfixiado. As cenas da violência em plena luz do dia e tudo sendo filmado repercutiram em todo Brasil. A sociedade não pode ficar inerte a tantas mortes e violências que ocorrem diariamente envolvendo a participação de policiais. Que medidas cabíveis sejam tomadas, a Sociedade Paraense ...

Nota Pública- Sobre a escala de violência no Pará

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     A Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SDDH), Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (CEDECA-Emaús) e Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará (CEDENPA), entidades que integram o Conselho Estadual de Segurança Pública, acompanham com tristeza e preocupação a escalada de violência no Estado do Pará, com novos episódios de chacinas, ataques no campo, ameaças e atentados contra a vida de agentes de segurança pública, e ainda campanhas de setores que visam aterrorizar a população. Casos de violências contra as mulheres, juventude negra e indígenas tem ocupado os noticiários diuturnamente. A crise nos sistema carcerário parece não ter fim, com a repetição de denúncias e violações. O Estado e suas instituições devem agir dentro dos marcos da legalidade, e precisam proteger as vidas da população e dos agentes públicos, em especial dos sistema de segurança pública. Negar a existência desse acirramento no quadro da violência não ajuda a resolver os prob...

Todo apoio e solidariedade ao advogado Marco Apolo

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  A Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos vem a público manifestar total apoio e solidariedade ao advogado Dr. Marco Apolo Santana Leão que sofre acusações injustas feitas pelo ex-superintendente da Fundação Nacional de Saúde Superintendência Estadual do Pará (FUNASA), sr. Florisvaldo Vieira Martins que fez uma representação junto a Ordem dos Advogados do Brasil- Seção Pará contra o advogado em 25/05/2015. Na época Dr. Marco Apolo que também é advogado sindical, estava atuando na defesa dos direitos dos servidores públicos federais que segundo o SINTEPPA foi negado aos intoxicados a participação em uma reunião de seu interesse e que este foi apenas mais um fato apenas mais uma das inúmeras injustiças que a Funasa cometeu e comete contra esses trabalhadores que deram suas vidas pela saúde pública, negando-lhes indenização pelos danos causados a eles. Marco Apolo é acusado pelo fato deste manifestar indignação contra uma atitude arbitrária do superintendente, qu...

Ação da Polícia Civil gera danos e revolta entre famílias do complexo Divino Pai Eterno, em São Félix do Xingu (PA)

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    Ação da P olícia C ivil gera danos e revolta entre famílias do complexo D ivino P ai E terno, em S ão F élix do X ing u (PA)   Mais uma operação arbitrária é chefiada pelo Delegado de Polícia Civil Ivan Pinto, com objetivo de favorecer grileiros e intimidar trabalhadores/as rurais, dessa vez no município de São Félix do Xingu, Pará, palco da recente chacina contra uma família de ambientalistas da região. Entre os dias 19 e 21 de janeiro, uma mega operação envolvendo policiais civis das Delegacias de Conflitos Agrários – DECA de Altamira, Redenção, Marabá e polícia científica, deixou revoltadas as 152 famílias que há 14 anos ocupam o complexo Divino Pai Eterno, gleba Misteriosa. A operação possui como justificativa o cumprimento de um mandado de Busca e Apreensão assinado pelo juiz da comarca de São Félix, para apurar suposta prática de crime ambiental, com ordem para “ coletar elementos de prova s relacionadas à presente investigação, na área da fazend...

NOTA PÚBLICA: “Um ano após o assassinato de Fernando dos Santos Araújo, a impunidade segue fazendo vítimas no campo paraense”

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Um ano após o assassinato de Fernando dos Santos Araújo, a impunidade segue fazendo vítimas no campo paraense. Na data de 27 de janeiro de 2021, exatamente um ano atrás, recebíamos com revolta a notícia do assassinato de Fernando dos Santos Araújo, homem, gay, camponês, sobrevivente do Massacre de Pau D’arco e resistente na Fazenda Santa Lúcia. Acabou sendo assassinado com um tiro, na mesma área onde há pouco mais de quatro anos escapou do episódio mais sangrento da história dos conflitos no campo no Sul do Pará, promovido por policiais civis e militares do Estado do Pará. Ele ouviu de muito perto a execução de 9 companheiros de luta, dentre eles seu namorado, e de sua amiga e líder da ocupação, Jane Júlia de Oliveira. Contudo, esse não foi o único episódio de violência do qual Fernando foi vítima e também sobrevivente. Em setembro de 2020, Fernando sofreu uma tentativa de homicídio em sua residência no interior da Fazenda Santa Lúcia. Na ocasião, ele foi baleado no abdô...

NOTA PÚBLICA: Mais um massacre no campo não pode ficar impune!

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  NOTA PÚBLICA Mais um massacre no campo não pode ficar impune!     No último domingo, os corpos de JOSÉ GOMES, conhecido como Zé do Lago, de 61 anos, sua esposa MARCIA NUNES LISBOA, 39 anos e de sua filha JOANE NUNES LISBOA, 17 anos, foram encontrados na propriedade da família, na ilha da cachoeira do Mucura, localizada às margens do rio Xingu, no município de São Félix do Xingu, Pará. Os três foram assassinados a tiros. A Polícia Civil esteve no local e recolheu 18 cápsulas das armas utilizadas no crime. Pelo tipo de arma, pela quantidade de tiros disparados, por não ter sido levado nenhum pertence da família, pela forma como os assassinos surpreenderam as vítimas não permitindo que alguém corresse e tentasse escapar, trata-se de uma execução, provavelmente, a mando de alguém. A família de José Gomes já residia no local há mais de 20 anos, desenvolvia trabalhos de preservação da floresta e mantinha um projeto de reprodução de tartarugas. Eram conhecidos e reconh...