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Entidades de direitos humanos denunciam mais uma morte no campo

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Foto: Reprodução da Internet Entidades de direitos Humanos denunciaram através de nota pública o assassinato do presidente da Associação Terra Nossa, RONAIR JOSÉ DE LIMA, ocorrido no dia 04 de agosto de 2016. Segundo a Nota, o crime aconteceu no interior do Complexo Divino Pai Eterno, zona rural de São Félix do Xingu, sul do Pará. Ronair já havia recebido diversas ameaças de morte por parte de fazendeiros da região desde que assumiu a presidência da associação. Além da morte de Ronair, na área já foram assassinados outros cinco trabalhadores rurais, de acordo com dados da CPT-Marabá: Rogério de Jesus Ferreira (2010), membro da Associação Novo Oeste e ocupante do Complexo Divino Pai Eterno; Jocelino Braga da Silva (2010), membro da Associação Novo Oeste e ocupante do Complexo Divino Pai Eterno; Francisco Leite Feitosa (2011), membro da Associação Novo Oeste e ocupante do Complexo Divino Pai Eterno; Félix Leite dos Santos (julho de 2014), vice-presidente da Associação Novo ...

Nota de pesar - Cláudia Pojo: um ícone de luta

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Crédito da imagem: reprodução de arquivo pessoal A militante Cláudia Pojo, reconhecida pela sua luta em defesa dos índios, negros, mulheres, das crianças e jovens em situação de risco, da agricultura sustentável e também pela Amazônia e por justiça aos pequenos produtores rurais, faleceu nesta segunda-feira (11). O corpo de Cláudia está sendo velado desde ontem na Igreja dos Capuchinhos. A SDDH solidariza-se com amig@s e familiares de Cláudia Pojo, que foi um exemplo de mulher e guerreira para todos nós.

Dois programas de rádio e tevê colocam Belém como a quarta cidade que mais viola leis, normas e direitos da pessoa humana na mídia brasileira.

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Dona Silva, que não quis se identificar, preferiu não processar as emissoras que veicularam indevidamente a imagem do filho. A luta da família é pela condenação dos assassinos.  (FOTO: Kleyton Silva)   Por Kamilla Santos Residente na Marambaia há mais de 30 anos, a família Silva teve o filho caçula brutalmente assassinado. Na casa da família, muitas fotografias e lembranças do jovem de apenas 19 anos, que foi morto, em outubro do ano passado, em um acerto de contas por um crime que não cometeu. De acordo com a mãe do rapaz, que prefere não se identificar, o adolescente morreu no lugar de outros dois amigos, que estavam devendo dinheiro a um traficante da área em que residem. O assassinato do jovem seria uma punição por ter apresentado os amigos ao traficante local. A mãe relata que os cinco criminosos levaram o adolescente para um cativeiro, amarraram as mãos dele para trás e começaram a torturá-lo. “Bateram nele com tábua, com corrente, soco, pontapé, pedra, ...

A morte de Diego Machado Vieira, mais do que um assassinato: um sonho violado

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       Jovem já estava sofrendo ameaças     /      Foto: Reprodução do Facebook Com informações de El País O Artigo 7 da Declaração Universal dos Direitos Humanos é bastante clara quando diz que: “ Todos são iguais perante a lei e, sem qualquer discriminação, têm direito a igual proteção da lei. Todos têm direito a proteção igual contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação ”. No último final de semana, mais uma vez esse direito foi violado. A vítima, dessa vez, foi um universitário paraense. Não apenas um direito básico foi violado, mas também um sonho: a doce utopia de ter a liberdade de viver num país onde as diferenças sejam respeitadas. Onde tod@s tenham o direito de amar quem quiser.   A morte de Diego Vieira Machado, de 29 anos, já tinha sido anunciada. O rapaz, que era negro e gay, lutava com todas as suas forças – e tudo indica que lutou até o...

NOTA - Congresso Estadual de jornalistas do Pará cria Comissão de Direitos Humanos

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Foto extraída do site do Sinjor-PA Durante a realização do 9º Congresso Estadual dos Jornalistas , nos dias 24 e 25 do mês passado, foi criada a Comissão de Direitos Humanos do Sindicato dos Jornalistas do Estado do Pará (Sinjor-PA), composta, inicialmente, pelos jornalistas Felipe Gillet, Vivianny Matos e Avelina Castro. De acordo com o Sindicato, os jornalistas que tiverem interesse em participar devem entrar em contato com o Sinjor pelo e-mail sinjorpa@gmail.com Com informações do Sinjor-PA

Luta Digital em Defesa dos Direitos Humanos e da Memória

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Imagem extraída do site Instituto Paulo Fonteles Por Paulo Fonteles Filho Depois de um mês de trabalho duro – daqueles que consome as noites e neurônios – concluímos o Portal do Instituto Paulo Fonteles de Direitos Humanos (IPF-DH) e o colocamos no ar, no ambiente da blogosfera. No centro de nossas preocupações a luta digital em defesa dos direitos humanos e da memória, bem como o desafio de buscar os nexos do passado recente com nosso presente, nada tranquilo e bastante violento. Nunca – em tempos de golpe na democracia – foi tão importante desvelar como as elites sempre atuaram no curso da história brasileira, para sufocar a democracia e afogar, em sangue, os mais caros anseios de liberdade e prosperidade social e espiritual da imensa maioria de nosso povo. De novo não! Tendo Paulo Fonteles, ex-deputado e advogado de posseiros no Sul do Pará como inspiração, o IPF-DH está organizando um escritório jurídico colaborativo para atender casos de graves violações de direitos hu...

Nossa Homenagem à Marga: um exemplo de feminista e defensora dos direitos humanos.

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Marga Rothe foi a segunda presidente da SDDH / Foto: Diógenes Brandão Foi no final da década de 40 que Rosa Marga Rothe - paraense de coração e por escolha - chegou no Brasil com a família. Talvez ela não soubesse, mas ao chegar no país, ainda uma menina, enquanto mulher  se tornaria num símbolo de luta contra injustiças. Morou por um tempo no Rio de Janeiro, depois foi para Minas Gerais. Após os seus vinte anos veio ao Pará, estado onde iniciou a sua trajetória na defesa pelos Direitos Humanos e a sua caminhada no feminismo. Cursou Teologia na Universidade Federal do Pará (UFPA) e era especialista e mestra em Antropologia Social.    Marga lutou contra a Ditadura. Foi uma das fundadoras e presidente da Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SDDH), onde até hoje era conselheira. Ela também foi pastora da Igreja Luterana e ativista no Movimento pela Libertação dos Presos do Araguaia (MLPA). Em  1997 foi eleita Ouvidora do Sistema de Segurança Públ...