Começa o Xingu +23
Começa hoje a mobilização do Xingu + 23, evento em defesa do Rio Xingu e suas populações, contra a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte. População local, ativistas de todo o Brasil e do mundo, povos indígenas e movimentos sociais estão acampados na Vila de Santo Antônio (60km de Altamira), às margens do Xingu, para debater o projeto pelos próximos quatro dias e propor novos encaminhamentos para a resistência contra a construção da usina.
A Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SDDH) participa do Xingu +23 com assento em uma audiência pública, realizada amanhã, na cidade de Altamira. Entre as ações da SDDH em relação a Belo Monte está a ação internacional na OEA contra o Estado Brasileiro, proposta em parceria com outras organizações como Justiça Global, AIDA, Movimento Xingu Vivo para Sempre e que visa a paralização das obras, por serem totalmente irregulares e atentarem frontalmente os direitos humanos das populações atingidas.
A Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SDDH) participa do Xingu +23 com assento em uma audiência pública, realizada amanhã, na cidade de Altamira. Entre as ações da SDDH em relação a Belo Monte está a ação internacional na OEA contra o Estado Brasileiro, proposta em parceria com outras organizações como Justiça Global, AIDA, Movimento Xingu Vivo para Sempre e que visa a paralização das obras, por serem totalmente irregulares e atentarem frontalmente os direitos humanos das populações atingidas.
Além de debates sobre hidrelétricas e a questão energética na Amazônia, o evento também contará com uma ampla programação cultural, envolvendo os tradicionais festejos juninos da comunidade de Santo Antônio, que podem morrer, caso Belo Monte se concretize. Mais informações sobre o Xingu +23, você pode conferir no site do evento.