CAMPANHA DA SDDH E PARCEIROS DIANTE DA PANDEMIA DO COVID-19 NO PARÁ
Segundo a Organização Mundial da Saúde, a pandemia do
COVID-19 já atingiu 4. 525.497 casos confirmados e 307.395 óbitos no
mundo. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus afirma: “Quase
todos os países já registraram casos”. No Brasil, segundo o Ministério
da Saúde, já temos “241.080 casos de infectados e 16.118 mortes até 17
de maio de 2020”. São dados alarmantes que nos dá a dimensão da crise
social e de saúde que vive o mundo e o Brasil. No Estado do Pará os
dados da Secretaria de Saúde Pública informam 14.734 casos confirmados
com 1.330 óbitos, em 20 de maio de 2020, atingindo criticamente a
população mais vulnerável social e economicamente no estado.
Todos os estados do Brasil possuem casos de infecção contaminando com maior gravidade as áreas mais pobres das cidades, onde se verifica que muitas comunidades estão sem condições de lutar pela sobrevivência. Nesse sentido, A SOCIEDADE PARAENSE DE DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS (SDDH), com o apoio da CESE (Coordenadoria Ecumênica de Serviço) e ICS (Instituto Clima e Sociedade), e em parceria com a Rede de Solidariedade na Amazônia, vem apresentar a Campanha Solidariedade e Defensores de Direitos Humanos, em prol às famílias em situação de vulnerabilidade diante da Pandemia do COVID-19 no Estado do Pará.
Com estas parcerias, a SDDH está contribuindo com alimentação, material de higiene, doação de máscaras, apoio financeiro a Defensor(a) do Direitos Humanos (DDHs), auxiliando em informações sobre o coronavírus, além de realizar ações judiciais e petições.
A SDDH fortalecerá parcerias com diversos movimentos sociais e populares da sociedade civil, no total de 16 entidades, para distribuir mais de 800 cestas básicas. As distribuições já estão acontecendo em alguns bairros periféricos de Belém, em aldeias indígenas, comunidades quilombolas, ribeirinhas e acampamentos das diversas regiões do Estado do Pará.
A luta em defesa da vida está se tornando mais intensa, principalmente no estado do Pará que é crescente diariamente e de forma exponencial os casos de COVID-19. Quando olhamos a realidade amazônica com toda sua extensão geográfica, seus descasos nas políticas de saúde, aumento de casos de conflitos agrário e violência no campo, o crescente aumento da violência aos cidadãos mais vulneráveis nas periferias das cidades, afirmamos que nossa arma é a da solidariedade e do apoio as organizações que fazem resistência cotidiana.
Todos os estados do Brasil possuem casos de infecção contaminando com maior gravidade as áreas mais pobres das cidades, onde se verifica que muitas comunidades estão sem condições de lutar pela sobrevivência. Nesse sentido, A SOCIEDADE PARAENSE DE DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS (SDDH), com o apoio da CESE (Coordenadoria Ecumênica de Serviço) e ICS (Instituto Clima e Sociedade), e em parceria com a Rede de Solidariedade na Amazônia, vem apresentar a Campanha Solidariedade e Defensores de Direitos Humanos, em prol às famílias em situação de vulnerabilidade diante da Pandemia do COVID-19 no Estado do Pará.
Com estas parcerias, a SDDH está contribuindo com alimentação, material de higiene, doação de máscaras, apoio financeiro a Defensor(a) do Direitos Humanos (DDHs), auxiliando em informações sobre o coronavírus, além de realizar ações judiciais e petições.
A SDDH fortalecerá parcerias com diversos movimentos sociais e populares da sociedade civil, no total de 16 entidades, para distribuir mais de 800 cestas básicas. As distribuições já estão acontecendo em alguns bairros periféricos de Belém, em aldeias indígenas, comunidades quilombolas, ribeirinhas e acampamentos das diversas regiões do Estado do Pará.
A luta em defesa da vida está se tornando mais intensa, principalmente no estado do Pará que é crescente diariamente e de forma exponencial os casos de COVID-19. Quando olhamos a realidade amazônica com toda sua extensão geográfica, seus descasos nas políticas de saúde, aumento de casos de conflitos agrário e violência no campo, o crescente aumento da violência aos cidadãos mais vulneráveis nas periferias das cidades, afirmamos que nossa arma é a da solidariedade e do apoio as organizações que fazem resistência cotidiana.
Resistir é o primeiro Passo!
