SDDH e entidades protocolam petição na Procuradoria da República em Santarém
A Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SDDH) e entidades protocolam na Procuradoria da República em Santarém, nesta sexta 08, o pedido de investigação e responsabilização contra a agressão sofrida pela agente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) ocorrida na última terça-feira, 5, durante uma operação contra o desmatamento na Amazônia, no oeste Paraense. O coordenador de fiscalização do Ibama foi agredido por grupo de madereiros ilegais.
O Goverso Bolsonaro é o INIMIGO número 1 da Amazônia. Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter) alertam o crescimento histórico das queimadas na Amazônia.
Nós como entidades da Sociedade Civil no Estado do Pará e no Brasil na defesa de direitos humanos, exigimos que as instituições governamentais acompanhe de perto essas investigações acerca dos diversos ataques ao IBAMA e outros órgãos ambientais pois para as entidade subscritoras e agentes do IBAMA e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) ouvidos afirmam que as declarações de Bolsonaro alimentam a hostilidade contra os órgãos na Amazônia, onde já enfrentam dificuldades para atuar e necessitam de medidas preventivas contra violência que sofrem durante suas ações de fiscalização como ocorrida durante operação de combate a ilícitos ambientais no entorno da Terra Indígena Cachoeira Seca.
O Goverso Bolsonaro é o INIMIGO número 1 da Amazônia. Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter) alertam o crescimento histórico das queimadas na Amazônia.
Nós como entidades da Sociedade Civil no Estado do Pará e no Brasil na defesa de direitos humanos, exigimos que as instituições governamentais acompanhe de perto essas investigações acerca dos diversos ataques ao IBAMA e outros órgãos ambientais pois para as entidade subscritoras e agentes do IBAMA e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) ouvidos afirmam que as declarações de Bolsonaro alimentam a hostilidade contra os órgãos na Amazônia, onde já enfrentam dificuldades para atuar e necessitam de medidas preventivas contra violência que sofrem durante suas ações de fiscalização como ocorrida durante operação de combate a ilícitos ambientais no entorno da Terra Indígena Cachoeira Seca.
