Chegamos a triste marca de 400 mil mortos por covid-19
Por Viviane Brigida
Nesta quinta-feira (29/04), chegamos a triste marca de 400 mil mortos por Covid-19 e com a mobilidade crescentes seguimos para terceira onda da pandemia com a estimativa de atingir altos índices de óbitos entre 2 mil a 3 mil diários.
Segundo os especialistas da área de epidemiologia e
virologia, as taxas de transmissão podem ter um
aumento com retorno das
atividades nesses próximos meses, há risco maior do surgimento de novas
variantes. Isto é, com maior mobilidade, flexibilização das restrições e maior
contato entre as pessoas, a transmissão e infecção pela doença também podem
aumentar.
Importante lembrar que a COVID-19 é uma doença infecciosa causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) e qualquer pessoa pode pegar e ficar gravemente doente. No Brasil há mais de 14 milhões de infectados. Conforme os pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vivemos a maior e mais letal ameaça sanitária deste século.
As análises científicas partem do acompanhamento dos casos de Covid-19 no país e divulgadas que foram quase cinco meses para atingir os primeiros 100 mil mortos, para se chegar aos 200 mil demorou outros cinco meses, no entanto, para alcançarmos a marca de 300 mil foram dois meses e meio apenas e aterrorizantes 36 dias depois, 400 mil vítimas da pandemia.
Para os profissionais, com novas variantes em circulação como a cepa do vírus (P.1) a situação pode ser agravada. Há possibilidade de gerar grandes surtos em pouco tempo provocando um colapso no sistema, aumento no número de hospitalizações e assim ocasionar sobrecarga no sistema de saúde como ocorrido em Manaus no mês de janeiro.
A pandemia de covid-19 tem produzido diversas narrativas. As versões se colocam na sociedade como fenômeno social que se impõe sobretudo no comportamento das pessoas. A produção discursiva que se põe em disputa entre analistas, teóricos, políticos, historiadores, entre outros geram consequências práticas na vida das pessoas.
O governo de Jair Bolsonaro (sem partido) é irresponsável e genocida, desde o início negacionista. São mais de 400 mil vidas perdidas que poderiam ter sido evitadas. Devemos combater a naturalização das mortes. Inúmeras famílias sofrem com a pandemia e suas consequências. Pelo direito à vida, nossa tarefa agora é lutar e se engajar nas campanhas pelo auxílio emergencial de R$600, vacinação para toda à população, defesa do SUS e Fora Bolsonaro.
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